2017 e a cor do ano!

Pra começar o ano de 2017 com pé direito e com muita inspiração, venho compartilhar com vocês dois posts de blogs que sigo e estou sempre buscando referencias de conteúdo e inspiração:

Renata Abranchs abre um resumo da cor do ano de 2016 e o tema chave para cor do ano 2017: o Verde Greenery!

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“Já é tradição que todo final do ano o Instituto Pantone anuncie as cores tendências em Moda e Design para os próximos trezentos e sessenta e cinco dias. No ano passado, as cores símbolo de 2016 foram o rosa e o azul, Rose Quartz e Serenity, e a simbologia estava toda centrada no encontro dessas duas cores que, não à toa, representam o feminino e o masculino para toda uma geração. A mensagem era clara: união entre os sexos.”

Continue a ler  aqui:

http://www.renataabranchs.com.br/design/instituto-pantone-cor-de-2017-e-se-reconectar-com-natureza/

E a Carol Burgo, uma das pouquíssimas blogueiras que sigo, faz um apanhado de verde na decoração, na moda and na vida. Vale a pena conferir:

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Continue lendo: http://www.carolburgo.com/2016/12/pantone-do-ano-greenery.html

Pode ser que na moda essa cor a primeira vista não tenha muito impacto criativo, mas pensando em paletas de cores, composição com outras gamas e até mesmo no visual merchandising, o verde pode ser o ponto de luz e respiro que precisávamos. 😉

Eu, particularmente, amo ❤

 

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Uma pergunta

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Há pouco tempo atrás, conheci o trabalho de uma psicóloga que estava precisando de dicas e saber um pouco mais sobre o universo digital (instagram, fan page, mídias sociais, divulgação de trabalhos…) Papo vai e papo vem, entramos em um universo pessoal, aspirações, desejos, frustrações, e ao final do papo recebi um texto que gostaria de compartilhar #valealeitura

“O que sinto a meu respeito neste exato momento?”

Essa é a pergunta a ser feita sempre que você decidir amar e a cuidar de si mesmo.

Essa pergunta precisa ser feita depois de pensar, agir e reagir. Troque as questões “o que pensam de mim” e “o que está acontecendo aqui?” pela pergunta essencial: “O que sinto a meu respeito neste exato momento?” Ela o levará ao autoconhecimento e à concentração nas coisas que você pode controlar e transformar. (O que penso que seja o futuro, este que ultimamente tem sido tão imprevisto).

Essa pergunta tem duas respostas possíveis e leva a dois comportamentos diferentes conforme sua resposta à questão:

Resposta 1: Sinto-me bem comigo mesmo. Gostei do que fiz, pensei ou disse. Esforço-me sempre para ser melhor.

Comportamento 1: Gratifique-se. Sorria para o espelho. Compre um presente para você. Elogie-se.

Resposta 2: Sinto-me mal comigo mesmo. Não gostei do que fiz, do que pensei nem do que disse. Gostaria de não ter feito isso. Sinto-me mal diante da ideia.

Comportamento 2: Não se puna. Não diga coisas ruins sobre você nem para si mesmo. Não deixe a culpa instalar-se em seu íntimo. Apenas planeje uma atitude diferente da próxima vez, tente outro comportamento ou pensamento.

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Errar faz parte do aprendizado. Ser humano não é um ser pronto, mas ele pode estar sempre em constante aprimoramento. Lembre-se entretanto, que estando atento, errando e aprendendo com os erros, você fará crescer suas opções e porá em prática suas novas habilidades. Em vez de se remoer em culpa,que causa paralisia e não provoca crescimento, procure desenvolver a capacidade de perdoar, se perdoar e aprender com seus erros. Escolhendo essa atitude, torna-se possível novos ajustes e novas escolhas.

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Diante desta leitura, eu me lembro de uma frase do Lair Ribeiro:

“Existência é feita de mudanças. Existir é transformar a cada momento.”

Não nascemos prontos e em certos momentos nos cobramos muito. Esse texto é um respiro, com meus pensamentos em primeira pessoa, compartilhando para quem está em uma fase de buscas e transformações.

Inspiração

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   Lotte van Baalen é uma artista holandesa apaixonada por cores. Ela é a pessoa por trás da curadoria de imagens lindas e inspiradoras de plantas sobre rosa, o Plants on Pink do Instagram.

  Em Maio suas imagens se materializarão na exposição de design em NYC, durante o @NYCxDESIGN no Brooklyn.

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   Se você ainda não conhece, segue lá! Apaixonada por botânica, adoro o frescor das imagens e cores no meu feed diariamente! 

 

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  Quem ainda não assistiu ao documentário “AMY” (já disponível no Netflix) não sabe o que está perdendo! Dona de uma voz extremamente intensa, a menina do delineador marcado, nos deixou cedo. Como uma cantora singular poderia ter um dom tão lindo e ser tão frágil ao mesmo tempo? O doc tenta desvendar quem era a verdadeira Amy, a menina despretensiosa que acabou caindo no gosto de todo o mundo! Sua trajetória foi curta e deixou saudades. Depois de assistir baixei todas as músicas para ouvir e relembrar algumas aventuras daquele tempo que ela era minha trilha sonora.

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  Amy sempre quis que sua música sobressaíse, ao contrário disso os tabloides não a deixavam em paz,  sua vida pessoal cheia de altos e baixos sempre rendia paltas, muitas vezes exaltando o seu lado negro.  Ela queria ter uma vida normal (dentro na normalidade dela), sem assédios e perseguições, um fator que a fez muito mal e que contribuiu para sua decadência.  Uma artista que expressava sua verdadeira alma, suas fraquezas e que não se envergonhava de suas verdades.

  Por que indico que assistam? Além de ter ganho o Oscar de Melhor Documentário de longa-metragem este ano?

1- O documentário mostra o início de sua carreira, a jovem que nunca buscou fama e que não havia sonhado com a vida de holofotes.

2- Mostra de fato uma artista completa, desde a letra, melodia, arranjos musicais e voz!

3- O lado triste: sua decadência e a incapacidade de querer viver. Sem julgamentos, o documentário foi rejeitado por sua família, mas acredito que ela tenha olhado para o futuro sem perspectivas, sua carência emocional e o profundo apego ao ex-marido (com quem teve um relacionamento conturbado) a deixaram em um beco-sem-saída.

  Me lembro de assistir o VMA no ano que ela faleceu, foi emocionalmente a homenagem prestada a ela por Bruno Mars! Como o tempo passou rápido! Me emociono até hoje quando assisto.

Canções preferidas:

:: Este ano completamos cinco anos sem Amy ::

Normcore | Farm Rio

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  Há algum tempo o termo/estilo Normcore tem ficado cada vez mais conhecido entre os fashionistas, estudantes e apreciadores de moda. É que esse lifestyle “menos é mais” vem se difundido em diferentes segmentos, como por exemplo, cervejas artesanais, decoração… e até mesmo na psicologia: onde o importante é sermos felizes com o que temos, ainda que seja pouco (ou achamos pouco – o ser humano tem essa mania de querer sempre o que não tem, concordam? Na maioria das vezes estamos interessados em adquirir coisas que muitas vezes são supérfluas… mas isso já é assunto para outro post!)    Segundo o blog Chic da Gloria Kalil, essa tendência também pode ser conhecida como moda da inclusão, nossos pais, taxistas, empresários, colaboradores, de diversas áreas tem esse estilo, há muito mais tempo que imaginamos!

  Baseado nisso, a Farm e a Lee (marca clássica de jeans) lançaram uma coleção cujo título do lookbook é: NORMCORE. Simplicidade aliado ao estilo, onde o conforto é a palavra-chave da vez, confiram:

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  O visual merchandising nas lojas ficou incrível, A Farm trabalha muito bem sua comunicação visual. Uma estratégia comercial bem feita é aquela que alia objetivos + propósito e, quando tudo está linkado e se tem clareza de toda equipe nesses dois aspectos, que apesar de serem parecidos são bem diferentes, o resultado sempre será agradável aos olhos. 

Visual Merchandising Farm Rio.jpg

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Fotos Reprodução, extraídas do Pinterest e Site Oficial Farm

Pra conferir a coleção completa e adquirir os produtos acesse:

Site Farm Rio

😉

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