AMY

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  Quem ainda não assistiu ao documentário “AMY” (já disponível no Netflix) não sabe o que está perdendo! Dona de uma voz extremamente intensa, a menina do delineador marcado, nos deixou cedo. Como uma cantora singular poderia ter um dom tão lindo e ser tão frágil ao mesmo tempo? O doc tenta desvendar quem era a verdadeira Amy, a menina despretensiosa que acabou caindo no gosto de todo o mundo! Sua trajetória foi curta e deixou saudades. Depois de assistir baixei todas as músicas para ouvir e relembrar algumas aventuras daquele tempo que ela era minha trilha sonora.

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  Amy sempre quis que sua música sobressaíse, ao contrário disso os tabloides não a deixavam em paz,  sua vida pessoal cheia de altos e baixos sempre rendia paltas, muitas vezes exaltando o seu lado negro.  Ela queria ter uma vida normal (dentro na normalidade dela), sem assédios e perseguições, um fator que a fez muito mal e que contribuiu para sua decadência.  Uma artista que expressava sua verdadeira alma, suas fraquezas e que não se envergonhava de suas verdades.

  Por que indico que assistam? Além de ter ganho o Oscar de Melhor Documentário de longa-metragem este ano?

1- O documentário mostra o início de sua carreira, a jovem que nunca buscou fama e que não havia sonhado com a vida de holofotes.

2- Mostra de fato uma artista completa, desde a letra, melodia, arranjos musicais e voz!

3- O lado triste: sua decadência e a incapacidade de querer viver. Sem julgamentos, o documentário foi rejeitado por sua família, mas acredito que ela tenha olhado para o futuro sem perspectivas, sua carência emocional e o profundo apego ao ex-marido (com quem teve um relacionamento conturbado) a deixaram em um beco-sem-saída.

  Me lembro de assistir o VMA no ano que ela faleceu, foi emocionalmente a homenagem prestada a ela por Bruno Mars! Como o tempo passou rápido! Me emociono até hoje quando assisto.

Canções preferidas:

:: Este ano completamos cinco anos sem Amy ::

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